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domingo, 14 de dezembro de 2014

Como aumentar a relação benefício-custo nas aquisições domésticas?

créditos: nuttakit
A resposta à pergunta acima é: planejamento. Ilustraremos o ponto por meio de um exemplo sobre molduras para obras de arte.

Recentemente, tivemos duas experiências que consideramos negativas e, ao mesmo tempo, positivas, com a emolduração de algumas belas gravuras destinadas à decoração de nossa nova residência. Por que negativas? Por que não tivemos satisfação com o trabalho de molduraria, considerando que gastamos um bom dinheiro com o mesmo. E por que positivas? Ocorre que elas nos inspiraram a escrever esse post, sobre um assunto trivial, mas nem tanto e que tem a ver com planejamento prévio.

Em nossa primeira experiência supracitada, levamos quatro gravuras a uma molduraria a caminho do nosso trabalho e contratamos as molduras. Semanas se passaram e agora, percebemos que as molduras brancas de duas gravuras penduradas na copa já não estão mais tão brancas assim. E não adianta limpar o material que, provavelmente poroso, se tornou branco amarelado. No caso de outras duas gravuras emolduradas em material laqueado branco, não poroso, isso não aconteceu.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O que você precisa considerar sobre "ser empreendedor"?

créditos
Abrir uma empresa e libertar-se da condição de empregado. Este é o sonho de milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Talvez seja o seu. O que é preciso saber antes de tomar a decisão de iniciar seu negócio próprio? Este artigo propõe alguns parâmetros que podem servir de guia para sua entrada nesse mundo novo.

1) Gostar muito da atividade

Seu negócio tem que ser em uma área da qual você goste MUITO. Se você adora computadores e tecnologia, pode se dar bem abrindo uma empresa na área. Se não gosta de tecnologia, não embarque nessa canoa, mesmo que lhe digam que "dá muito dinheiro". Só há retorno financeiro se você se dedica à empresa naturalmente, por gostar do que faz.

sábado, 25 de outubro de 2014

Como consumir energia elétrica conscientemente e ajudando as finanças domésticas? Parte II/II

site de origem da imagem
O exemplo aqui apresentado, conforme prometido na primeira parte deste post, baseia-se no consumo de energia elétrica de uma família real, cujos dados originais foram modificados para fins deste texto, visando favorecer sua compreensão. Tal exemplo tem caráter meramente ilustrativo, sendo ideal cada família acompanhar e gerenciar as informações relativas à sua conta de energia.

EXEMPLO
VERIFICANDO EFEITO DE ECONOMIAS NA CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA


Seja a tabela com a evolução do consumo de energia elétrica de uma família que reside em uma das capitais de Estado da Região Sudeste, no período out/2013 a set/2014:

domingo, 19 de outubro de 2014

Como consumir energia elétrica conscientemente e ajudando as finanças domésticas? (Parte I / II)

site de origem da imagem
Considere-se, inicialmente, o conceito mais amplo de energia: é a capacidade de realizar trabalho. Inicialmente, os seres humanos utilizaram a força de seus músculos e a tração animal, bem como a força da água e dos ventos para realizar trabalho; antes da indústria, a humanidade contava apenas com essas fontes de energia para suas atividades.
A partir do século XVIII, com o advento da Revolução Industrial, passou-se a queimar carvão visando as máquinas a vapor, inventadas em 1763, bem como para a fusão do ferro. De lá para cá, a evolução tecnológica tornou o uso da energia imprescindível, em múltiplas aplicações cotidianas ou especiais.
A energia elétrica tem seu histórico específico. Na Antiguidade, o físico e filósofo grego Tales de Mileto (623 a 624 ac - 556 a 558 ac), ao esfregar um pedaço de âmbar (tipo de resina vegetal) em um pedaço de lã, observou que esse passava a atrair objetos leves, identificando um fenômeno elétrico.
Considerável tempo após o evento citado, cientistas e inventores pesquisaram intensamente a energia elétrica, criando utilidades diversas. São exemplos: Alexandre Volta (1745 - 1827), que criou a pilha elétrica; Michael Faraday (1791 - 1867), que desenvolveu diversos estudos sobre eletricidade e magnetismo, os quais contribuíram em grande medida para a criação de geradores e transformadores elétricos; Thomas Edison (1847 - 1931), que criou a lâmpada incandescente, além de ter desenvolvido diversos projetos envolvendo energia elétrica; e, Benjamin Franklin (1706 - 1790), que criou o para-raios.
Presentemente, a energia elétrica é indispensável à vida moderna e seu provimento à sociedade constitui-se em um dos itens de maior relevo da pauta dos governos e dos países. Ela é indispensável a um amplo conjunto de usos, tais como:

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Qual é a importância do orçamento doméstico?

Créditos da imagem: Vichaya Kiatying-Angsulee
Em post publicado n’Os Espertos (Como os juros podem ser usados a favor da nossa família?, 02/09/2014), discorremos sobre a possibilidade concreta de usar os juros a favor da família; especialmente, por meio da criação de poupança.

No mesmo artigo acima citado, observamos que a formação de poupança exige que se gaste menos do que se arrecada, sendo esta uma regra pétrea para que qualquer família ou pessoa tenha condições de se tornar poupadora.

Para aplicação da regra pétrea acima indicada, devemos elaborar o orçamento doméstico, uma das ferramentas práticas mais importantes de planejamento e gestão das finanças familiares e pessoais, apresentada a seguir.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Como os juros podem ser usados a favor da nossa família?

Créditos da imagem: jscreationzs
Dentro de um planejamento pessoal que alguém queira desenvolver, tema esse abordado nos posts Por que planejar a vida pode fazer grande diferença? (29/07/2014) e É possível planejar a vida estrategicamente, como fazem empresas e outras organizações? (03/08/2014), um dos pontos mais relevantes é o planejamento das finanças pessoais. Este é um assunto que merece especial atenção, estando associado tanto à dimensão do trabalho quanto à dimensão do “Eu”, onde residem as nossas potencialidades e dificuldades pessoais.

Por que pessoas podem ficar em sérias dificuldades financeiras, eventualmente dependendo de outras para sobreviverem? Acreditamos que existem vários motivos, entre os quais destacamos, sem pretender esgotar as ocorrências:
  1. Falta de cultura de poupança e excesso de cultura de gasto. Uma pessoa, ao longo de sua vida, pode sequer ter sido avisada por alguém do seu círculo familiar ou de amizades sobre a importância de pensar no futuro. É incrível, mas pode acontecer.
  1. Carência de ensinamentos básicos sobre a gestão de finanças domésticas. A pessoa pode, simplesmente, jamais ter tido a oportunidade de participar de alguma discussão mais aprofundada sobre conceitos como consumo, poupança, juros, inflação e outros.

sábado, 30 de agosto de 2014

É possível planejar a vida estrategicamente, como fazem empresas e outras organizações?

Créditos da imagem: suphakit73
A resposta à pergunta do título deste post é sim, é possível planejar a vida estrategicamente, como muitas empresas fazem. Procuramos, aqui, ilustrar como isso pode ser possível.

Conceitos organizacionais como missão, visão, objetivosmetas e planos estratégicos podem, sim, ser trazidos para a realidade prática das pessoas, conforme representado no quadro a seguir, que transpõe esses conceitos da esfera organizacional à pessoal:

sábado, 19 de julho de 2014

Quanto você gasta para comer fora?



Quase todo mundo gosta de comer fora, apesar de nunca termos certeza de como foi preparado o alimento que estamos consumindo. Mas de uma coisa podemos ter certeza: comer fora pesa no orçamento.

Comer fora é um hábito social que se universalizou. Mas que, se não for feito sem planejamento, pode pesar muito no orçamento e comprometer o futuro financeiro da família. Em média, segundo o IBGE, as famílias consomem nada menos do que 31,1% do orçamento doméstico nessa atividade.

Esse percentual é uma média, e varia de região para região, e de uma classe social para outra.

Na região Sudeste -- como podemos imaginar -- o hábito de comer fora é muito mais disseminado. Já na região Norte, bem menos.

A frequência de consumo de alimentos fora do domicílio foi de 35%, sendo maior na região Sudeste (38,8%) e menor na região Norte (28,1%). A freqüência foi maior entre os indivíduos de 20 a 40 anos (42%), do sexo masculino (39% vs. 31%), com maior nível de renda (52%) e maior escolaridade (61%). (a fonte é esta)

Em geral imagina-se que as famílias de renda menor frequentem menos bares e restaurantes. De fato, quanto maior é a renda familiar, mais arraigado é esse hábito. E nas famílias de renda mais alta, comer fora consome inacreditáveis 49.9% da renda familiar!!