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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Qual é a melhor maneira de cuidar de sua saúde?

créditos: Vichaya Kiatying-Angsulee
Qual é o melhor tratamento para pressão alta? E para obstrução de artérias? E para problemas de estômago?

Todos nós conhecemos pessoas que têm essas e outras doenças. Principalmente após os 50 anos de idade. É típico: diabetes, obstrução coronariana, pressão alta, gota, cirrose hepática e outros males acometem grande parte da população nessa faixa etária.

Hoje se sabe que muitas dessas doenças são o resultado de nossos hábitos de vida, mormente alimentação.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

O que você precisa considerar sobre "ser empreendedor"?

créditos
Abrir uma empresa e libertar-se da condição de empregado. Este é o sonho de milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Talvez seja o seu. O que é preciso saber antes de tomar a decisão de iniciar seu negócio próprio? Este artigo propõe alguns parâmetros que podem servir de guia para sua entrada nesse mundo novo.

1) Gostar muito da atividade

Seu negócio tem que ser em uma área da qual você goste MUITO. Se você adora computadores e tecnologia, pode se dar bem abrindo uma empresa na área. Se não gosta de tecnologia, não embarque nessa canoa, mesmo que lhe digam que "dá muito dinheiro". Só há retorno financeiro se você se dedica à empresa naturalmente, por gostar do que faz.

sábado, 25 de outubro de 2014

Como consumir energia elétrica conscientemente e ajudando as finanças domésticas? Parte II/II

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O exemplo aqui apresentado, conforme prometido na primeira parte deste post, baseia-se no consumo de energia elétrica de uma família real, cujos dados originais foram modificados para fins deste texto, visando favorecer sua compreensão. Tal exemplo tem caráter meramente ilustrativo, sendo ideal cada família acompanhar e gerenciar as informações relativas à sua conta de energia.

EXEMPLO
VERIFICANDO EFEITO DE ECONOMIAS NA CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA


Seja a tabela com a evolução do consumo de energia elétrica de uma família que reside em uma das capitais de Estado da Região Sudeste, no período out/2013 a set/2014:

domingo, 19 de outubro de 2014

Como consumir energia elétrica conscientemente e ajudando as finanças domésticas? (Parte I / II)

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Considere-se, inicialmente, o conceito mais amplo de energia: é a capacidade de realizar trabalho. Inicialmente, os seres humanos utilizaram a força de seus músculos e a tração animal, bem como a força da água e dos ventos para realizar trabalho; antes da indústria, a humanidade contava apenas com essas fontes de energia para suas atividades.
A partir do século XVIII, com o advento da Revolução Industrial, passou-se a queimar carvão visando as máquinas a vapor, inventadas em 1763, bem como para a fusão do ferro. De lá para cá, a evolução tecnológica tornou o uso da energia imprescindível, em múltiplas aplicações cotidianas ou especiais.
A energia elétrica tem seu histórico específico. Na Antiguidade, o físico e filósofo grego Tales de Mileto (623 a 624 ac - 556 a 558 ac), ao esfregar um pedaço de âmbar (tipo de resina vegetal) em um pedaço de lã, observou que esse passava a atrair objetos leves, identificando um fenômeno elétrico.
Considerável tempo após o evento citado, cientistas e inventores pesquisaram intensamente a energia elétrica, criando utilidades diversas. São exemplos: Alexandre Volta (1745 - 1827), que criou a pilha elétrica; Michael Faraday (1791 - 1867), que desenvolveu diversos estudos sobre eletricidade e magnetismo, os quais contribuíram em grande medida para a criação de geradores e transformadores elétricos; Thomas Edison (1847 - 1931), que criou a lâmpada incandescente, além de ter desenvolvido diversos projetos envolvendo energia elétrica; e, Benjamin Franklin (1706 - 1790), que criou o para-raios.
Presentemente, a energia elétrica é indispensável à vida moderna e seu provimento à sociedade constitui-se em um dos itens de maior relevo da pauta dos governos e dos países. Ela é indispensável a um amplo conjunto de usos, tais como:

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Como consumir água conscientemente e ajudando as finanças domésticas? (Parte II / II)

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Conforme antecipado na parte I deste post, apresentamos, a seguir, dois exemplos de consumo doméstico de água, abrangendo, respectivamente, um vazamento prejudicial à conta de água e esgoto de uma família, bem como a ilustração prática de como essa família pode economizar água para melhorar o orçamento e a poupança doméstica.

Seja a tabela com a evolução do consumo de água de uma família que reside em uma das capitais de Estado da Região Sudeste, constituída por quatro pessoas, residentes em uma casa com quatro quartos, no período out/2013 a set/2014:

sábado, 4 de outubro de 2014

Como consumir água conscientemente e ajudando as finanças domésticas? (Parte I / II)

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hidrologia é a ciência que estuda a água no Planeta Terra e acima de sua superfície, seus estados – sólido, líquido e gasoso – e a transição entre os mesmos, a qualidade, a quantidade e outros aspectos.

A água, por sua vez, é o constituinte inorgânico mais abundante nos seres vivos: no homem, representa cerca de 60% do seu peso; nas plantas, pode atingir 90%. Ademais, ela tem um papel fundamental de consumo em atividades humanas, com variados usos, tais como:

  1. Abastecimento público.
  1. Abastecimento industrial.
  1. Atividades agrícolas.
  1. Preservação da fauna e flora.
  1. Criação de espécies destinadas à alimentação humana.
  1. Geração de energia elétrica.
  1. Navegação.
  1. Recreação (natação, mergulho, esqui aquático e outras atividades).

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

O consumo consciente pode ajudar a melhorar as finanças domésticas?

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Consumir é uma necessidade. Necessitamos genuinamente de produtos e serviços em nossas vidas; entretanto, o consumo desenfreado e sem consciência constitui efetiva ameaça o Planeta Terra, não apenas às gerações futuras, mas também a nós, que aqui habitamos.

Os fatos abaixo são importantes para que possamos avaliar a importância do consumo consciente: 
  1. Cada produto ou serviço que demandamos “come” uma parte do Planeta, em maior ou menor medida, e exige recursos naturais. Produtos e serviços requerem matérias-primas, água, luz e outros componentes para serem entregues ao consumidor final.
  1. Parte considerável dos recursos naturais da Terra não é renovável, haja vista que o Planeta não é um “supermercado” ou “almoxarifado” com estoque infinito de matérias primas.
  1. Segundo o Banco Mundial, estimados 20% da humanidade consomem cerca de 80% dos recursos naturais. Portanto, esses 20% necessitam repensar sua forma de viver.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Qual é a importância do orçamento doméstico?

Créditos da imagem: Vichaya Kiatying-Angsulee
Em post publicado n’Os Espertos (Como os juros podem ser usados a favor da nossa família?, 02/09/2014), discorremos sobre a possibilidade concreta de usar os juros a favor da família; especialmente, por meio da criação de poupança.

No mesmo artigo acima citado, observamos que a formação de poupança exige que se gaste menos do que se arrecada, sendo esta uma regra pétrea para que qualquer família ou pessoa tenha condições de se tornar poupadora.

Para aplicação da regra pétrea acima indicada, devemos elaborar o orçamento doméstico, uma das ferramentas práticas mais importantes de planejamento e gestão das finanças familiares e pessoais, apresentada a seguir.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Como os juros podem ser usados a favor da nossa família?

Créditos da imagem: jscreationzs
Dentro de um planejamento pessoal que alguém queira desenvolver, tema esse abordado nos posts Por que planejar a vida pode fazer grande diferença? (29/07/2014) e É possível planejar a vida estrategicamente, como fazem empresas e outras organizações? (03/08/2014), um dos pontos mais relevantes é o planejamento das finanças pessoais. Este é um assunto que merece especial atenção, estando associado tanto à dimensão do trabalho quanto à dimensão do “Eu”, onde residem as nossas potencialidades e dificuldades pessoais.

Por que pessoas podem ficar em sérias dificuldades financeiras, eventualmente dependendo de outras para sobreviverem? Acreditamos que existem vários motivos, entre os quais destacamos, sem pretender esgotar as ocorrências:
  1. Falta de cultura de poupança e excesso de cultura de gasto. Uma pessoa, ao longo de sua vida, pode sequer ter sido avisada por alguém do seu círculo familiar ou de amizades sobre a importância de pensar no futuro. É incrível, mas pode acontecer.
  1. Carência de ensinamentos básicos sobre a gestão de finanças domésticas. A pessoa pode, simplesmente, jamais ter tido a oportunidade de participar de alguma discussão mais aprofundada sobre conceitos como consumo, poupança, juros, inflação e outros.

sábado, 30 de agosto de 2014

É possível planejar a vida estrategicamente, como fazem empresas e outras organizações?

Créditos da imagem: suphakit73
A resposta à pergunta do título deste post é sim, é possível planejar a vida estrategicamente, como muitas empresas fazem. Procuramos, aqui, ilustrar como isso pode ser possível.

Conceitos organizacionais como missão, visão, objetivosmetas e planos estratégicos podem, sim, ser trazidos para a realidade prática das pessoas, conforme representado no quadro a seguir, que transpõe esses conceitos da esfera organizacional à pessoal:

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Do que o eleitor deve se lembrar em eleições gerais?

Site de origem da imagem
Eleições são, nos países democráticos, uma das maiores oportunidades – se não for a maior – de participação dos cidadãos sobre o seu futuro coletivo. Mesmo as pessoas que dizem “eu não gosto de política”, ao votarem, exercem um direito político e contribuem para que outras pessoas sejam eleitas, recebendo mandatos que lhes darão poder para criar, modificar ou extinguir leis, tomar decisões de diversas naturezas, julgar e influenciar milhares ou milhões de destinos. Votar é, portanto, algo extremamente sério.

O que observar antes de votar em eleições gerais, as quais ocorrem no Brasil a cada quatro anos, criando uma inestimável oportunidade de renovação de quadros políticos nas esferas federal, estadual e municipal e, concomitantemente, de validação de bons gestores públicos e políticos, por meio de sua reeleição? 

Lembremo-nos de que as eleições gerais diferem das eleições meramente municipais e apenas para prefeitos, que também ocorrem a quatro anos no País, dois anos após as eleições gerais.

A seguir, apresentamos algumas dicas que não esgotam o assunto e prevenimos a quem nos lê que algumas constituem-se em meros tópicos para reflexão, enquanto que outras demandarão certo tempo e algum trabalho do eleitor:

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Que tal cortar as despesas contínuas de sua vida?

Imagem: Ambro
Este que vos fala já chegou a pensar em criar uma empresa de produtos consumíveis. Sabe o que é um produto consumível? É aquele que o cliente compra, compra, compra, compra, anos a fio. Sabonete, por exemplo. Não tem jeito, nós todos estamos "condenados" a gastar barras e barras de sabonete até o fim da vida. Para o fabricante e o comerciante é maravilhoso! Mas, claro, a concorrência nessa área é feroz.

O principal gasto que todos temos em produtos consumíveis é na alimentação. Mas há que incluir nessa categoria a água e a energia elétrica. Além de outros produtos, como sabonetes, creme dental etc.

Este artigo aborda um outro tipo de produto consumível: aquele que pode ser substituído por um produto durável, que elimina a necessidade de compras contínuas. Que tal? Interessante, não? Mas, por incrível que pareça, milhões de pessoas não fazem essa substituição, e não se dão conta de que estão gastando dinheiro que poderia estar sendo economizado. Peço licença para dizer que você, leitor(a), pode ser uma dessas pessoas... Então, confira abaixo.

Um aparelho de depilação custa menos de R$ 200,00. Uma seção de depilação de pernas custa de R$ 10,00 a R$ 40,00, dependendo da região do Brasil, e também da cidade e do bairro. Uma amiga deste escriba comentou, espantada:

― Quando comentei com minhas colegas que ia comprar um depilador por R$ 200,00, elas disseram:
"Mas por que comprar um aparelho tão caro se, aqui no bairro, a depilação custa R$ 30,00?"

Essa moça até tentou explicar às amigas que, depois de depilar as pernas no salão, a natureza segue seu curso e os pelos crescem de novo, de novo e de novo, até o fim dos tempos. Mas as moças não conseguiam alcançar o raciocínio. Para elas, R$ 30,00 é menos que R$ 200,00, e ponto final. Isso é resultado da ausência de uma educação financeira, seja nas escolas, seja na educação familiar.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Por que planejar a vida pode fazer grande diferença?

Várias são as respostas possíveis à pergunta “por que planejar nossas vidas pode ser importante e fazer grande diferença?”.

Apenas para começar:

1. Pessoas têm sonhos e planejar faz pensar sobre os sonhos pretendidos, nem sempre claros (por incrível que possa parecer!).

2. Planejar convida a pessoa a refletir sobre si mesma e sobre o seu papel em relação ao ambiente em que vive, sendo que cada pessoa tem um potencial de evolução pessoal (melhoria de qualidades e redução/eliminação de defeitos) e de apoio à evolução do próximo.

3. Planejar requer que o planejador entenda sua posição e sonhos em relação à família, ao trabalho, à sociedade, ao País e ao Planeta Terra, conforme ilustrado a seguir:


Imagem composta. Créditos: stockimagesporbital (foto da cidade), eofdreams (Terra)










4. Se o planejamento não assegura a realização dos sonhos exatamente da forma pretendida, ele pode aumentar as chances de os mesmos se concretizarem. Ademais, conquistas podem ser alcançadas passo a passo, a curto, médio e longo prazos.

5. Sonhos são dinâmicos. Sonhos antigos podem ser repaginados e novos sonhos podem ser criados.

6. Na busca dos sonhos pretendidos, novidades podem surgir, em benefício de quem planeja, permitindo à pessoa melhorar seu planejamento.

7. Se as empresas e outras entidades da economia planejam, as pessoas, portanto, também podem planejar.

Não nos esqueçamos de que não vivemos isolados e de que a consecução de sonhos requer a inclusão das demais pessoas e do ambiente ao nosso redor. A menos que o sonho seja viver para sempre isolado em uma ilha...

domingo, 27 de julho de 2014

As pessoas gastam muito de seu precioso tempo com futebol?

photostock ID: 10041678

Salão de festas de um condomínio. Dois conhecidos, João e Maria, reencontram-se, pessoalmente, após alguns anos sem se verem, na festa de aniversário de um amigo comum.
Lá pelas tantas, e após alguns drinques, João dirige-se a Maria:

— Vi suas postagens sobre futebol na internet, no Facebook. Você dá grande importância a esse assunto, hein?

Maria fica ligeiramente irritada com o comentário, mas, mesmo assim, procura responder em tom de brincadeira:

— Gosto de futebol, sim! E por favor, não me diga que você é daqueles que acham que futebol e mulher não têm nada a ver.

João percebe a irritação, por baixo do tom brincalhão, e tenta amenizar:

— Veja bem: não estou criticando você. Apenas acho que Flamengo e Fluminense, Coríntians e São Paulo, Cruzeiro e Atlético, essas richas, tudo isso ocupa muito a cabeça das pessoas. E as pessoas perdem muito tempo com futebol no Brasil.

sábado, 19 de julho de 2014

Quanto você gasta para comer fora?



Quase todo mundo gosta de comer fora, apesar de nunca termos certeza de como foi preparado o alimento que estamos consumindo. Mas de uma coisa podemos ter certeza: comer fora pesa no orçamento.

Comer fora é um hábito social que se universalizou. Mas que, se não for feito sem planejamento, pode pesar muito no orçamento e comprometer o futuro financeiro da família. Em média, segundo o IBGE, as famílias consomem nada menos do que 31,1% do orçamento doméstico nessa atividade.

Esse percentual é uma média, e varia de região para região, e de uma classe social para outra.

Na região Sudeste -- como podemos imaginar -- o hábito de comer fora é muito mais disseminado. Já na região Norte, bem menos.

A frequência de consumo de alimentos fora do domicílio foi de 35%, sendo maior na região Sudeste (38,8%) e menor na região Norte (28,1%). A freqüência foi maior entre os indivíduos de 20 a 40 anos (42%), do sexo masculino (39% vs. 31%), com maior nível de renda (52%) e maior escolaridade (61%). (a fonte é esta)

Em geral imagina-se que as famílias de renda menor frequentem menos bares e restaurantes. De fato, quanto maior é a renda familiar, mais arraigado é esse hábito. E nas famílias de renda mais alta, comer fora consome inacreditáveis 49.9% da renda familiar!!